Sentimentos ressoantes
Acalentam e confortam
Mas as dores constantes
Não calam ou destoam
Elas seguem, persistentes
Incomodam, desatinam
E se tornam incoerentes
Mas não matam, mortificam
E o sino dobra
E a luz se esvai
E a dor redobra
E a cor se vai
E assim seguem, reticentes
Desregulam, petrificam
Mas esperanças remanescentes
Não aguentam, ou apaziguam
Sejamos francos e penitentes
Pois as dores não aguardam
Só as agonias recorrentes
Seguem aqui, nunca terminam.
E o sino dobra
E a luz se esvai
E a dor redobra
E a cor se vai
Imagem gerada por IA (Gemini)

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