Quem escreve

Eu sou Leslyn Jaime Alves Silveira Fernandes, paulistano, nascido em 18/01/1981. Sou analista de sistemas, product owner, product manager, desenvolvedor, arquiteto de soluções, filho, amigo, pai de dois filhos lindos, esposo de uma mulher maravilhosa, e resolvi, no tempo que me sobra, escrever. Escrevo sobre fantasia, sobre a vida, minhas mazelas e sobre minha forma peculiar de ver o mundo.

A origem do Soiree Virtualis

Soiree Virtualis nasceu do desejo de criar um pequeno salão literário em meio ao ruído digital. Aqui compartilho meus poemas, contos, causos, pensamentos e histórias, para quem quiser ler e se interessar por sentar e fugir do normal por alguns instantes.

Um escritório minimalista em tons neutros, com uma escrivaninha de nogueira perfeitamente organizada. Sobre ela, um notebook fino em metal escovado exibe apenas uma tela branca luminosa, criando contraste com o ambiente discreto. Ao lado, um bloco de notas com anotações manuscritas em português, parcialmente visível, e uma xícara de porcelana cinza com café escuro. A luz é de fim de noite, vinda de um elegante abajur de mesa com cúpula de linho bege, projetando um círculo quente de claridade sobre a superfície e deixando o restante do ambiente em penumbra suave. Fotografia em estilo editorial, tomada em ângulo de três quartos, clima sofisticado, silencioso e reflexivo, evocando o ato solitário de escrever crônicas e pensamentos.
Um livro de capa dura em tom azul petróleo repousa aberto no centro de uma poltrona de veludo cinza grafite, com as páginas ligeiramente arqueadas como se tivessem acabado de ser folheadas. Marcas delicadas de páginas dobradas e um marcador de tecido vinho sugerem leitura atenta. A poltrona está junto a uma grande janela de vidro, através da qual entra luz de manhã nublada, criando um brilho difuso que suaviza todos os contornos. Ao fundo, em desfoque elegante, um abajur de chão e uma pequena mesa lateral com uma vela apagada. Fotografia de realismo poético, em composição pela regra dos terços, atmosfera de recolhimento, ideal para ilustrar a leitura de poemas e histórias.
Um escritório minimalista em tons neutros, com uma escrivaninha de nogueira perfeitamente organizada. Sobre ela, um notebook fino em metal escovado exibe apenas uma tela branca luminosa, criando contraste com o ambiente discreto. Ao lado, um bloco de notas com anotações manuscritas em português, parcialmente visível, e uma xícara de porcelana cinza com café escuro. A luz é de fim de noite, vinda de um elegante abajur de mesa com cúpula de linho bege, projetando um círculo quente de claridade sobre a superfície e deixando o restante do ambiente em penumbra suave. Fotografia em estilo editorial, tomada em ângulo de três quartos, clima sofisticado, silencioso e reflexivo, evocando o ato solitário de escrever crônicas e pensamentos.
Um livro de capa dura em tom azul petróleo repousa aberto no centro de uma poltrona de veludo cinza grafite, com as páginas ligeiramente arqueadas como se tivessem acabado de ser folheadas. Marcas delicadas de páginas dobradas e um marcador de tecido vinho sugerem leitura atenta. A poltrona está junto a uma grande janela de vidro, através da qual entra luz de manhã nublada, criando um brilho difuso que suaviza todos os contornos. Ao fundo, em desfoque elegante, um abajur de chão e uma pequena mesa lateral com uma vela apagada. Fotografia de realismo poético, em composição pela regra dos terços, atmosfera de recolhimento, ideal para ilustrar a leitura de poemas e histórias.