Às margens do céu

Como trompetas brilhantes
rompendo forçosamente o ar
soavam com dores toantes
os monstros que vinham do mar.

E rasgavam a terra com suas garras,
e se impunham às margens do céu
Despedaçando todas as amarras,
fazendo ruir o elegante dossel.

Inebriando-se em liberdade avança
Sem se importar com mentira ou verdade
E entrava de vez nessa dança.

Mas sem um pingo de falsidade
Se faz mais forte nessa lambança,
Expugnando toda a maldade.

Imagem gerada por IA (Gemini)

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