Houve certa vez um poeta
Que lia, ria e escrevia
Não se importava com meta
Mas com quanto sua alma valia
Ver por seus olhos o mundo
Era antagônico, sofrido e precioso
Adentrava-se a um amor profundo
E também ao amargor preciso
Sentir como ele era fácil, belo
Pois sentimentos são fluência
que se constrói com esmero,
e que na vida nada silencia.
O que era difícil era soltar,
largar esse sentimento adquido.
Pois uma vez postado nesse altar,
não há volta, só o que é compelido.
Imagem gerada por IA (Gemini)

Deixe um comentário