Somos sonhos, somos pó,
Somos nota, somos traste.
E vivemos nesse contraste,
Sustentando nossa(o) dó.
Alimentamos nosso ego,
Destronamos nossa luz.
Da ferida sacamos o pus,
E seguimos surdos e cegos.
E a cura nunca vem.
Nem o bem nem o mal
Desenhados em cal,
Trazem o que nos covém.
Mas seguimos de pó em pó,
Retratando tudo com crueza
Em nossa alma a frieza
Atando e desatando nós.
Imagem gerada por IA (Gemini)

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