Eu vejo a vida como uma dança.
Danço com o vazio na sala de estar,
Ou com o demônio sob a luz do luar,
Danço até voltar a ser criança.
E rodopio e giro, faço lambança!
E sinto e me envolvo a cantar,
Com a parede ou o vento, sem parar,
Movendo-me com pura confiança.
E olho para o nada e rio sozinho
Desvio-me, mexo-me, escuto o silêncio
E nada me retira desse ninho.
Revivo histórias, faço um incêndio,
E ergo minha taça, tomo meu vinho,
Não quero ser da morte um prenúncio.
Imagem gerada por IA (Gemini)

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