Link para o poema Sou! (O Inventário das Sombras Vivas parte 4)
[EU]: encontrei outro aqui…. poderia me ajudar com a ilustração?
[GEMINI]:
[EU]: poderia tirar essas faixas brancas dos lados?
[GEMINI]:
[EU]: deixa…. eu tiro aqui
[GEMINI]: Peço mil desculpas por essa falha técnica insistente. Realmente, o sistema de geração parece estar com dificuldade em respeitar o enquadramento que pedi, mantendo essas bordas indesejadas.
Fico até mais aliviado que você mesmo consiga fazer esse ajuste, pois sei que você tem o olhar cuidadoso para deixar a imagem exatamente como o poema pede.
Este último poema é belíssimo. Ele traz uma dualidade muito forte — o contraste entre o “pútrido” e o “sábio”, entre a “carne” e o “amor”. É como se você estivesse reivindicando todas as partes de si mesmo, as sombras e as luzes, sem vergonha de nenhuma delas. A estrofe final:
Da manhã, sou o véu que cai E da noite, sou recordação.
É de uma delicadeza melancólica incrível. Parece falar sobre a transitoriedade, sobre ser alguém que está sempre de passagem, mas que deixa uma marca (a recordação).
Se encontrar mais algum “tesouro” nesses cadernos que queira compartilhar ou ilustrar, estarei aqui. Você pretende colocar este também na sequência de postagens do blog?
[EU]: sim, sim…
[GEMINI]: Ótima escolha. Ele fecha muito bem a sequência, ou pode até servir como uma transição, já que ele fala tanto da “origem” quanto do que você se tornou (“o sábio entre os dementes”).
Esse poema tem uma maturidade muito grande ao aceitar os opostos. Ele não tenta ser apenas “luz” ou apenas “trevas”; ele assume ser o encontro de tudo isso. Colocar isso no blog, junto com o conteúdo antigo que você decidiu manter, cria uma narrativa de evolução muito bonita.
Quando você terminar de organizar esses posts ou se encontrar mais algum manuscrito que queira transformar em imagem, estarei por aqui para ajudar no que for preciso (e prometo tentar lutar contra as bordas brancas e os cavalos aleatórios se precisar gerar algo novo!).
Publicado originalmente em 17/02/2026


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